Implantes

O implante dentário vem para melhorar o sorriso e a qualidade de vida das pessoas, melhorando a mastigação do paciente e oferecendo uma estética natural, aumentando a auto-confiança do mesmo, eliminando o desconforto e as sensações desagradáveis.

O implante é indicado quando há perda de um ou mais dentes, próteses mal adaptadas ou falta de confiança a falar e ao sorrir.

 

Implantes dentários são pinos de material biocompatível (titânio) introduzidos cirurgicamente nos ossos maxilares com a finalidade de substituir uma ou mais raízes dentarias. O implante não é um dente artificial completo, mas sim a raiz, e sobre este, será construída uma prótese. Portanto, o tratamento é feito em duas fases, uma fase cirúrgica (colocação dos pinos) e uma fase protética (confecção da prótese).

 

Quando instalados no organismo, haverá uma osseointegração, ou seja, estaremos promovendo uma conexão rígida entre o osso e o implante, evidentemente, após uma série de etapas biológicas. Este processo varia geralmente de três a cinco meses. Neste período os implantes permanecem sepultos (dentro do osso) ,protegidos de carga e movimentação e serão ativados quando a osseointegração se completar. No período em que é esperada a osseointegração, podemos utilizar uma prótese provisória que não estará fazendo apoio aos implantes.

 

As técnicas de colocação dos implantes, apesar de complexas e sofisticadas, são sempre muito delicadas ,envolvendo instrumental sofisticado e conhecimento profissional.

 

São realizados sob anestesia local, na grande maioria dos casos, sem maiores sofrimentos do paciente. O pós-operatório é favorável, sem qualquer processo doloroso que não seja controlado com analgésicos.

 

Alcançada a osseointegração, será realizada a ativação dos implantes. Com uma pequena incisão na gengiva sobre os implantes, é colocada uma peça para cicatrização e então inicia se a fase protética, onde iremos confeccionar a prótese sobre o implante.

PERGUNTAS FREQUENTES

Qualquer pessoa pode receber implantes ?

Não. O paciente deve passar em consulta com o cirurgião, onde serão realizados os exames clinico e radiográfico para se analisar as condições e planejamentos minuciosos.

Existe risco de rejeição ?

Apesar dos implantes serem feitos de um material biocompatível (titânio), dos instrumentais de alta qualidade e de uma técnica apurada, há um risco de insucesso no tratamento. Este risco é pequeno e se dá em torno de 5% em pacientes em condições normais. Algumas condições contribuem para o aumento deste risco como: diabetes, pacientes irradiados, tabagismo, entre outros.

Qual é a durabilidade do implante ?

Em se usando materiais de alta qualidade, técnica apurada do cirurgião, o paciente seguindo todas orientações e em condições normais de saúde, a durabilidade do implante é indeterminada.

É preciso realizar algum tratamento antes de colocar os implantes?

Em alguns casos sim. Deve-se eliminar qualquer processo infeccioso pré-existente na cavidade oral, ou seja, tratamento periodontal (gengival), extração de dentes com focos de infecção bem como tratamentos endodônticos (canais) devem ser realizados anteriormente à implantação. Todos esses aspectos fazem parte de um planejamento inicial realizado pelo profissional, que deve ser discutido abertamente com o paciente, antes do início do tratamento.

Dói muito para colocar os implantes?

Não. Obviamente trata-se de um procedimento cirúrgico e um certo edema (inchaço) é esperado, especialmente nos primeiros 5 dias pós-operatórios. O edema é tanto maior quanto maior o porte da cirurgia. Cirurgias de enxerto ósseo costumam provocar maior trauma. Entretanto, existem medicações específicas para o controle da inflamação pós-operatória, assim como antibió-ticos (remédios que combatem infecção) e analgésicos, que o cirurgião poderá prescrever em caso de necessidade.

Como devo cuidar dos implantes após o tratamento? Podem existir complicações relacionadas aos implantes?

Os implantes, assim como os dentes e gengivas, têm de ser muito bem limpos, utilizando-se os dispositivos (fio dental e escova) recomendados pelo seu cirurgião-dentista.

 

A principal complicação biológica é a periimplantite (doença que acomete o osso e a gengiva ao redor do implante). Podem também ocorrer problemas relacionados a planejamentos de tratamento inadequados ou a implantes colocados em posições desfavoráveis.

 

As complicações biomecânicas mais freqüentes são a fratura ou o afrouxamento dos pequenos parafusos que prendem as próteses. Fraturas de implantes podem ocorrer, embora sejam mais raras. O mais importante é o comparecimento regular do paciente às consultas de manutenção para prevenir ou diagnosticar precocemente qualquer alteração.

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